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Terapia Cognitivo-Comportamental no Manejo do Transtorno do Pânico

  • Foto do escritor: Felipe Jardim
    Felipe Jardim
  • 13 de jan.
  • 1 min de leitura

O Transtorno do Pânico caracteriza-se pela ocorrência de ataques de ansiedade abruptos e intensos, acompanhados de sintomas físicos assustadores, como taquicardia, falta de ar e tontura. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) aborda esse transtorno focando no "medo do medo". O problema central não são apenas as sensações físicas, mas a interpretação catastrófica que o indivíduo faz delas, muitas vezes acreditando que está sofrendo um infarto, perdendo o controle ou prestes a morrer.


A intervenção da TCC utiliza a Psicoeducação para explicar a fisiologia da resposta de "luta ou fuga", desmistificando os sintomas físicos. Uma técnica fundamental é a Exposição Interoceptiva, onde o terapeuta ajuda o paciente a induzir deliberadamente sensações físicas leves (como acelerar o coração através de um exercício rápido) em um ambiente seguro. Isso serve para que o cérebro aprenda que essas sensações são desconfortáveis, mas não perigosas.


Além disso, trabalha-se a reestruturação cognitiva para desafiar os pensamentos automáticos de morte iminente. Ao identificar e testar essas crenças, o ciclo de pânico é interrompido. Com o tempo, o paciente reduz os comportamentos de segurança (como evitar lugares fechados ou só sair acompanhado), recuperando sua autonomia e reduzindo drasticamente a frequência e a intensidade das crises.


Existe tratamento e cura para seu sofrimento. Priorize sua saúde mental. Conte comigo para te ajudar nessa jornada!

 
 
 

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